<BODY><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener("load", function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <iframe src="http://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID=1525310178953920707&amp;blogName=Gana+-+Grupo+Ambientalista+Nascentes&amp;publishMode=PUBLISH_MODE_FTP&amp;navbarType=BLUE&amp;layoutType=CLASSIC&amp;homepageUrl=http%3A%2F%2Fwww.gana.org.br%2F&amp;blogLocale=pt_BR&amp;searchRoot=http%3A%2F%2Fblogsearch.google.com%2F" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" frameborder="0" height="30px" width="100%" id="navbar-iframe" title="Blogger Navigation and Search"></iframe> <div></div><BODY> Gana - Grupo Ambientalista Nascentes

2.7.09

Fontes de Energia

Marcadores:

17.6.09

Eco-espiritualidade: Mudanças climáticas

Marcadores:

15.6.09

Investigação do Greenpeace implica grandes marcas na destruição na Amazônia

Investigações de três anos do Greenpeace sobre a indústria da pecuária brasileira revelam que marcas de fama mundial como Nike, Adidas, BMW, Gucci, Timberland, Honda, Wal Mart e Carrefour impulsionam o desmatamento da Amazônia

O incentivo de sucessivos governos brasileiros ao desmatamento da Amazônia ganhou impulso durante a ditadura militar, nas décadas de 60 e 70. Mas até recentemente, a substituição de floresta por pasto era financiada por dinheiro público na forma de subsídios. No governo Lula, o Estado, através do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), transformou-se em sócio e investidor direto de frigoríficos que, segundo a investigação do Greenpeace, compram sua matéria prima de fazendas que desmatam ilegalmente, põem seus bois para pastar em áreas protegidas e terras públicas e utilizam mão de obra escrava.

O relatório “A Farra do Boi na Amazônia” rastreou, pela primeira vez, a ligação da carne, do couro e de outros produtos bovinos de fazendas envolvidas com desmatamento ilegal, invasão de áreas protegidas e trabalho escravo com marcas famosas como Adidas/Reebok, Timberland, Carrefour, Honda, Gucci, IKEA, Kraft, Clarks, Nike, Tesco e Wal-Mart.

“Marcas famosas de tênis, supermercados, automóveis e bolsas de grife devem garantir que seus produtos não estão envolvidos com os crimes praticados pela indústria pecuária brasileira”, disse André Muggiati, coordenador da campanha de pecuária do Greenpeace.
“Práticas como essa põem em risco o futuro de uma indústria importante para a economia brasileira. Combatê-las é fundamental não apenas para o meio ambiente, mas também para aumentar a competitividade da pecuária nacional aqui e no exterior”.

POLUIÇÃO CUSTA US$ 1 BILHÃO POR ANO AO BRASIL

A má qualidade do ar custa pelo menos US$ 1 bilhão – cerca de R$ 2,3 bilhões – aos cofres públicos brasileiros a cada ano, principalmente com as mortes ou tratamento de doenças associadas, direta ou indiretamente, à poluição. O valor está no primeiro estudo latino-americano a quantificar o estrago financeiro causado pelos gases tóxicos emitidos na atmosfera. A conclusão é fruto de uma análise exclusiva dos dados das primeiras avaliações de um dos centros de pesquisas mais importantes do mundo, o Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Universidade de São Paulo (USP). As informações são referentes a seis regiões metropolitanas do país: Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.


O ranking da sujeira mostra São Paulo (US$ 300 milhões) na ponta, seguido por Rio de Janeiro (US$ 250 milhões), Porto Alegre (US$ 180 milhões), Belo Horizonte (US$ 150 milhões), Curitiba (US$ 140 milhões) e Recife (US$ 10 milhões). “Calculamos as perdas em dinheiro, pois ninguém se impressiona mais com pilhas de corpos. Não interessa quantos milhões de pessoas morrem. O único jeito de sensibilizar as autoridades para a implementação de políticas públicas é calcular custos”, afirma o coordenador do laboratório, Paulo Hilário Saldiva.

A pesquisa está sendo feita no Brasil a pedido do Ministério do Meio Ambiente. O objetivo é verificar os níveis de poluição, quanto está acima dos padrões, a quantidade gerada por veículos e o preço desse conjunto. As coletas começaram há um ano, mas todas as análises químicas e físicas estão concentradas em São Paulo. A interpretação dos dados será feita numa segunda fase e vai analisar o custo real da poluição, considerando o número de internações hospitalares, quantas pessoas morrem e a redução estimada do tempo de vida média dos habitantes.

A expectativa é de que os órgãos ambientais usem os resultados para medidas de compensações ambientais, para estimular empresas a adotarem técnicas menos poluidoras e incentivar melhorias no transporte coletivo.

A poluição atmosférica mata de 2,5 milhões a 4 milhões de pessoas por ano, em todo o mundo. A estimativa é do estudo intitulado The Global Burden of Disease, da Organização Mundial da Saúde e do Banco Mundial, feito na Universidade de Harvard. Os números representam um perigo real e são proporcionais a enfermidades tradicionais como a malária e a tuberculose. A partir dessas interpretações, os responsáveis pela pesquisa elaboraram uma fórmula para ensinar os países em desenvolvimento a calcular os gastos em saúde.

Além dos valores do tratamento propriamente dito, como os custos com as internações, a fórmula avalia os fatores indiretos associados às doenças: dias de trabalho perdidos, como a falta de um empregado afeta na produção e no saldo financeiro das empresas, redução de impostos, desestruturação da família, entre outros.

Fonte: Econight

13.6.09

Decreto preserva área de floresta na zona urbana de Cruz das Almas

Um importante passo em prol do meio ambiente foi dado pela prefeitura de Cruz das Almas através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Na última sexta feira( 05 ) Dia Mundial do Meio Ambiente foi assinado pelo prefeito Orlando Peixoto Pereira Filho um decreto transformando a Mata da Cazuzinha, área de floresta situada na zona urbana de Cruz das Almas, em Área de Preservação Permanente. A Cazuzinha tem sido vitimada por intenso desmatamento nos últimos anos e, através do decreto, pode ter encontrado a solução para perpetuar-se às futuras gerações. Na cerimônia de assinatura do decreto o prefeito Orlandinho declarou que deverão ser criados O Parque Florestal de Cazuzinha e uma praça para utilização em eventos de lazer. Segundo o prefeito, a intenção é de instalar no local laboratórios que deverão servir como fonte de pesquisa para alunos do município.

Fonte: Blog do Léo

12.6.09

Use a busca ecoGNight e economize energia!


O que é o ecoGNight e por que usar?

O ecoGNight utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas, mantendo assim a mundialmente reconhecida capacidade das buscas Google™ , com um visual também simples e rápido, porém inovador na utilização predominante da cor preta. Sua criação prova que pequenas ações diárias podem gerar economia de energia, resultando em menores gastos e ainda vários outros benefícios.

Economizar energia é uma forma de ajudar o planeta uma vez que para geração de eletrícidade incorre-se no alagamento de grandes áreas (hidrelétricas), poluição do ar com queima de combustíveis (termoelétricas), produção de lixo atômico (usinas nucleares), dentre outros problemas ambientais.

O ecoGNight economiza energia pois sua tela é predominantemente preta, e um monitor utiliza até 20% menos energia para exibi-la se comparado à tela branca. Em janeiro de 2007 Mark Ontkus propõe em seu blog que em uma versão preta do Google™ economizaria 750 Megawatt, energia suficiente para atender 600 mil domicílios!

Some-se a isso o fato de que o ecoGNight provoca consideravalmente menos cansaço visual do que uma página predominantemente branca. Sendo assim, acreditamos que essa ação é válida pois quando somados os usuários, teremos um resultado significativo de economia de energia e gastos, preservação da natureza, e mais, acreditamos que olhar sempre para o ecoGNight fará com que as pessoas se lembrem da necessidade contínua de economizar energia elétrica!

Nota: A tela predominantemente preta do ecoGNight reduz consideravelmente o consumo de energia em monitores CRT assim como em monitores com novas tecnologias como LED backlight LCD, Plasma e OLED.

21.3.09

DÊ ASAS A LIBERDADE

Marcadores:

12.12.08

TESTEMUNHAS DO CLIMA - DOCUMENTÁRIO WWF

O documentário Testemunhas do Clima, realizado pelo WWF-Brasil, estréia nesta sexta-feira na TV Câmara, às 22h30, no programa Olhares. O filme conta a história de Marlene Rêgo Rocha, moradora do Igarapé do Costa, Pará, comunidade localizada na várzea amazônica que já tem sentido alterações climáticas causadas pelo aquecimento global. Marlene conta o que tem mudado no local, como tem feito para se adaptar às transformações da natureza e especialistas sobre o assunto explicam o porquê das mudanças e o que pode ser feito.

O lançamento coincide com o fim das negociações da 14ª Conferência das Partes da Convença-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Poznan, na Polônia. 

Os eventos climáticos extremos, como secas e enchentes, devem se intensificar, como conseqüência do aquecimento global. Por isso, a Rede WWF criou o projeto Testemunhas do Clima, para registrar como as mudanças climáticas vêm modificando a vida de algumas populações ao redor do planeta e o que elas têm feito para se adaptar ao novo ritmo da natureza. 

O Igarapé do Costa é a primeira comunidade a participar do projeto no Brasil, mas países de todos os continentes já participam do projeto, como Fiji, Coréia, Estados Unidos, Quênia e Holanda, por exemplo. 

O documentário brasileiro foi produzido pela GW Comunicação, com o apoio do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e imagens cedidas pelo Greenpeace. A realização e a concepção são do WWF-Brasil.

Assista o documentário:




Parte 1



Parte 2

Marcadores:

19.11.08

Estatuto

Estamos disponibilizando para download cópia do nosso estatuto, atualizado , já enquadrado na Lei 9790/99 ( Lei das Oscips ).

31.10.08

Você é contra ou a favor à caça amadora?

O Supremo Tribunal Federal – STF está julgando uma ação sobre a legalidade da caça amadora no país e solicitou ao Ibama um parecer. O único estado que tem a atividade regulamentada é o Rio Grande do Sul, mas a caça está proibida de ser realizada desde 2005. Atualmente, os únicos tipos de caça permitidos são a de controle e a científica, mas somente podem ser realizadas após estudos sobre sua necessidade e com o dimensionamento dos respectivos impactos para as espécies.

De um lado, os defensores da caça amadorista alegam que as áreas utilizadas para a atividade são uma alternativa de uso sustentado à expansão agrícola e que o dinheiro arrecadado pelas associações são utilizados, também, como apoio na proteção a áreas de planos de manejo e de unidades de conservação.

Aqueles que são contrários à caça amadora alegam que a prática é cruel, que há suspeita de poluição ambiental, pois há emissão irregular de chumbo na biosfera, que faltam estudos e que a atividade não tem uma finalidade social relevante que a legitime.

Neste contexto, o Ibama quer saber a sua opinião sobre a caça amadora. Você é contra ou a favor a manutenção da atividade no Brasil?

Vote aqui -->> http://www.ibama.gov.br/2008/10/enquete-voce-e-contra-ou-a-favor-a-caca-amadora/

16.10.08

Nova campanha institucional do Greenpeace convida os brasileiros a se tornarem colaboradores em defesa do meio ambiente.

Marcadores:

Água consumida em Caetité (BA) está contaminada por urânio, denuncia Greenpeace

Estudo realizado pelo Greenpeace indica que a população de Caetité, no sertão da Bahia, está exposta a altos níveis de contaminação por urânio devido à existência de uma mina gerenciada pela estatal Indústrias Nucleares Brasileiras (INB) na região. Cerca de 3 mil pessoas vivem na área de influência direta do empreendimento.

Durante oito meses, pesquisadores da ONG analisaram documentos oficiais e amostras de água de poços, nascentes naturais e do solo da região. Em uma das amostras de água usada pela população para beber, a concentração de urânio encontrada foi de 0,110 miligramas por litro, sete vezes o limite estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 0,015 miligramas por litro. Em outra, retirada de uma torneira, a concentração foi duas vezes maior que a recomendada pela OMS. Ambas as coletas foram feitas na Vila de Juazeiro, a oito quilômetros da mina.

O Greenpeace também cita um estudo realizado pela pesquisadora Geórgia Prado, da Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus, em 2007. Ela analisou dentes extraídos em procedimentos odontológicos de moradores da região e detectou 25 vezes mais urânio que o encontrado em dentes de habitantes da região metropolitana de São Paulo e 100 vezes mais que o da média mundial.

Pesquisas indicam que a ingestão crônica e contínua de água com urânio leva à concentração desse metal pesado no esqueleto, na medula óssea e nos rins, o que estaria relacionado à incidência de câncer. 

O relatório com os resultados foi encaminhado nesta quinta-feira para o Ministério Público Federal da Bahia, para que seja feita uma investigação independente e que se saiba exatamente qual a gravidade da contaminação e a melhor solução para o problema. "Também encaminhamos um pedido ao INGA - Instituto de Gestão das Águas, do governo da Bahia, para que a licença de uso da água pela empresa seja suspensa até que o problema seja resolvido", afirma Rebeca Lerer, representante da ONG. 

Lerer ressalta que o setor nuclear planeja duplicar a capacidade produtiva da INB de 400 para 800 toneladas de concentrado de urânio (chamado de yellow cake) para atender a demanda de combustível com a construção de Angra 3.

Fonte: http://cienciaesaude.uol.com.br

14.10.08

Charge

Minuto Animado Reciclagem

Marcadores:

Maior grupo ambientalista do mundo pede cortes de CO2

Uma influente rede global de governos, cientistas e ambientalistas fez um apelo nesta terça-feira por cortes significativos nas emissões de gases do efeito estufa até 2050 e disse que a crise financeira não deve deixar de lado os esforços para preservar animais e plantas.

"A mensagem clara que sai dessa reunião é que a biodiversidade ajuda no bem estar das sociedades humanas e de suas economias", afirmou Julia Marton-Lefevre, diretora da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), em um comunicado emitido no final de um congresso de duração de 10 dias em Barcelona.

A IUCN se autodenomina a maior e mais antiga rede ambiental do mundo. Quase 8.000 membros compareceram às negociações de Barcelona.

"Estamos mostrando a todos como a natureza deve ser uma parte integral da solução para qualquer crise mundial", disse Marton-Lefevre.

Os membros da união fizeram um apelo para que os governos cortem entre 50 e 85 por cento das emissões de dióxido de carbono até 2050, para limitar o aquecimento global em menos de 2 graus Celsius acima da temperatura da época pré-industrial.

Mais de 190 governos devem entrar em acordo sobre um tratado da ONU sobre clima até o final de 2009. O pacto tem o objetivo de conter o aumento dos níveis do mar, das ondas de calor, das extinções de espécies, estiagens e inundações.

A IUCN pediu diretrizes e padrões aprimorados para projetos de biocombustíveis, que auxiliam nos cortes de emissões de gás carbônico proveniente da queima de combustíveis fósseis. Porém, o cultivo de plantas para a produção de biocombustíveis pode afetar os habitats de animais e de outras plantas.

"Os participantes ressaltaram...que o custo das perdas de biodiversidade só não é maior do que o dos atuais problemas financeiros, mas em muitos casos os danos são irreversíveis", disse o comunicado da IUCN.

Fonte? Reuters

10.10.08

Minc anuncia 81 ações judiciais contra desmatadores ilegais

Empresas e fazendeiros de Mato Grosso, Pará e Rondônia, três dos nove Estados que formam a Amazônia, terão de responder a ações civis públicas e pagar multas por danos causados ao meio ambiente. Hoje (10), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou que serão ajuizadas 81 ações contra desmatadores ilegais.

"A bola está agora com a Justiça, conosco, com o Ministério Público Federal. Nós demos o primeiro passo, mas agora todos os dias serão dias de combate à impunidade e de leilão de soja, madeira e gado que sejam produto de crime ambiental. Não irão enriquecer com produto de crime ambiental", afirmou Minc.

A procuradora do Instituto Chico Mendes e do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Andrea Vulcanis, informou que as ações estão baseadas em provas como imagens de satélite e laudos técnicos que mostram o desmatamento feito nas áreas.

"As provas juntadas foram imagens de satélite e o histórico do desmatamento, laudos técnicos e periciais informando quais os damos provocados por esses infratores e quais as conseqüências ambientais desses danos e a constatação efetiva de que aqueles autores são realmente os autores do desmantamento", explicou.

Andrea disse ainda que as ações pedem reparação dos danos ambientais, manutenção do embargo das terras, já decretado em processo administrativo do Ibama, indenizações e registro da ação civil pública nos documentos do imóvel.

Sobre as multas, a procuradora informou que estão em fase de cobrança pelo Ibama. "Algumas em processo de recurso, em outras não cabe recurso e existem umas já na esfera de cobrança judicial", informou.

O valor total das multas é de R$ 227 milhões. De acordo com Minc, desta vez, elas serão realmente pagas. "Várias multas foram pagas, mas são minoria. O balanço que temos do passado é de que 5% a 10% das multas eram pagas, o que é ridículo. Agora, além da multa, há essa obrigação de refazer o bem degradado. Quem desmatou vai ter de plantar uma a uma as matas destruídas", disse o ministro.

6.10.08

Um em cada cinco mamíferos 'corre risco de extinção'

Cerca de 20% dos mamíferos do planeta correm risco de desaparecer, segundo a avaliação mais completa já feita da situação destas espécies no planeta. 

Segundo a "lista vermelha" publicada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), pelo menos 1.141 das 5.487 espécies de mamíferos terrestres estão ameaçadas de extinção. 

Pelo menos 188 se enquadram na categoria máxima de "perigo crítico", afirmou a UICN, que considerou a situação como uma "crise de extinção". 

O estudo, apresentado no Congresso Mundial da Natureza, que vai até o dia 14 de outubro em Barcelona, na Espanha, afirma que desde o ano 1500 pelo menos 76 espécies desapareceram. 

Segundo a entidade, isto se deve à perda e degradação dos hábitats de 40% dos mamíferos do planeta, em especial na América Central e do Sul, na África ocidental, oriental e central, em Madagascar e no sul e sudeste da Ásia. 

Não só mamíferos

A última edição da lista vermelha da UICN inclui 44.838 espécies, das quais 16.928 - quase 38% do total - correm perigo. Mais de 3,2 mil estão na categoria de ameaça máxima, disse a UICN. 

Os anfíbios também enfrentam o que a entidade qualifica como "crise", com 366 espécies adicionadas à lista este ano. 

Atualmente, 1.983 espécies (ou 32,4% do total) estão ameaçadas ou extintas, disse a entidade. Na Costa Rica, por exemplo, um sapo da espécie Incilius holdridgei não é observado desde 1986. 

Novo índice

A UICN anunciou em Barcelona o lançamento do que chamou "o índice Dow Jones da biodiversidade" - um indicador para monitorar a ameaça às espécies. 

Calculado em cooperação com a Sociedade Zoológica de Londres, o índice acompanha um conjunto de 1,5 mil espécies representativas da biodiversidade do planeta, para acompanhar as tendências gerais em relação a seu status. 

Cientistas já realizaram avaliações de todas as aves, mamíferos e anfíbios conhecidos, mas a amostragem geral só abarcava 4% da biodiversidade terrestre. 

"Estamos emergindo das trevas no que diz respeito aos conhecimentos de conservação. Até agora nos baseávamos em um subconjunto muito limitado de espécies", disse em um comunicado o diretor dos programas de conservação da Sociedade Zoológica londrina, Jonathan Baillie.

"No futuro, ampliaremos o âmbito de nossos conhecimentos das espécies, incluindo uma gama de grupos mais extensa, o que permitirá assistir as decisões políticas de maneira muito mais objetiva e representativa." 

Perda de biodiversidade

O trabalho quer se somar a esforços para o objetivo de conter até 2010 a gradual perda da biodiversidade da Terra. 

Um estudo realizado pelo cientista Jan Schipper, da organização Conservação Internacional (CI), afirma que a porcentagem de mamíferos ameaçada pode ser na verdade maior - 36%, nos cálculos de um artigo científico dele a ser publicado na revista Science. 

"Isto indica que a prioridade para o futuro consiste em implementar ações de conservação apoiadas em bases científicas", declarou Schipper. 

A UICN afirmou que faltam dados para avaliar com precisão o status de 836 espécies de mamíferos e que, por isso, outras podem estar sob risco de desaparecer. 

Por outro lado, os resultados mostram que determinadas espécies à beira da extinção podem se recuperar .

Fonte: BBC Brasil

Estudantes da rede pública da Bahia discutem educação ambiental

Os alunos do Colégio Estadual Maria Amélia Santos utilizaram linguagens artísticas, como teatro e música, e a apresentação de cartazes e maquetes em stands para levar à comunidade escolar reflexões sobre a preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Desenvolvido desde o mês de março de forma transversal e interdisciplinar, o "Projeto Educação Ambiental - Nosso Planeta, Nossa Casa" foi finalizado nesta quinta (02).

"Começamos a fazer essa discussão para que os alunos percebam a importância de pensar em questões ambientais, partindo para o desenvolvimento de ações locais", disse a diretora Terezinha Maynart. Os professores dos três turnos discutiram as questões sobre água, solo, lixo, qualidade de vida, energia limpa e desenvolvimento sustentável".

A estudante do 1º Ano, Liliane de Jesus, 16 anos, disse ser muito importante a realização de projetos que modifiquem a relação dos alunos com o espaço escolar. "A nossa casa não é só a casa onde a gente mora. A escola é nossa casa também", disse a estudante. Ela ressalta ainda que esse discernimento deve ser também estendido a outras ambiências. "Cada dia que passa a poluição é maior, derrubam-se ilegalmente as matas em áreas de preservação. Nós somos o futuro, mas precisamos pensar hoje o que queremos para o mundo de amanhã".

O estudante da 7ª série, Oséias Santos, de 16 anos, salienta que essas discussões também incentivam o aluno a fazer sua parte. "Nós não podemos simplesmente destruir o mundo que é também fonte de nosso alimento. Tudo o que nos sustenta vem da natureza", comentou o estudante, que acredita que as pessoas não podem ficar impassíveis diante dos desmatamentos que ocorrem, por exemplo, nas capitais. "O desmatamento das áreas de Mata Atlântica na Paralela é evidente e não podemos apenas observar isso tudo", comentou o estudante.

Fonte: Agecom

Escolas do Tocantins promovem conferências sobre o meio ambiente

Várias escolas da rede pública de ensino do Tocantins vêm realizando em suas comunidades a III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, que á a Conferência na escola. Durante o evento, a unidade de ensino irá debater questões urgentes como a construção de sociedades sustentáveis e de um pensamento e de ações ambientalmente conscientes nos âmbitos local e global. 

A Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente é uma campanha pedagógica que discute o meio ambiente em sua dimensão política e caracteriza-se pela mobilização e engajamento dos adolescentes e da comunidade escolar em debates socioambientais. 

Nesse primeiro momento, cada escola vai promover uma conferência envolvendo a comunidade, para assumir uma responsabilidade com base no tema estudado; pensar em uma ação, de acordo com a responsabilidade a ser realizada na escola; indicar um delegado ou delegada (e suplente); e criar um cartaz que traduza o resultado do trabalho coletivo.

Responsabilidade

No segundo momento, que é a Conferência Estadual, prevista para acontecer no final deste ano, as responsabilidades escolhidas na Conferência na escola serão debatidas pelos delegados e delegadas. Depois de debatidas e votadas, as responsabilidades de cada Estado vão compor a Carta das Responsabilidades do Estado com propostas para o enfrentamento das mudanças ambientais globais, que serão levadas pelos delegados e delegadas escolhidos nas conferências estaduais à Conferência Nacional.

Conferência na escola 

Por isso a III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente começa na escola. Para que estudantes, professores, funcionários e toda a comunidade escolar sejam envolvidos na reflexão conjunta sobre a melhoria da qualidade de vida, na troca de idéias, assumindo e compartilhando responsabilidades e ações que delegados e delegadas estaduais levarão para a Carta das Responsabilidades para o enfretamento das mudanças ambientais globais, durante a III Conferência, em Brasília, no ano que vem. 

A III Conferência vai trabalhar com o conceito de responsabilidades individuais e coletivas; ações locais; e projetos de pesquisa, que devem estudar os subtemas da Conferência, relacionando-os com o contexto local.

Esse será um modo de busca do conhecimento sobre os subtemas levantados e de estendê-lo na direção de uma ação. O projeto deve ter como objetivo a reflexão sobre o desejo de transformar a realidade, tendo em mente a resolução de uma situação problema local. 

Guaraí 

Em Guaraí, município localizado 173 quilômetros de Palmas, escolas estaduais e municipais, em parcerias com órgãos governamentais e não governamentais, irão participar na sexta-feira, 10, a partir das 7h, de uma caminhada sobre a III Conferência Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente. O ponto de partida será em frente a Prefeitura Municipal e, posteriormente, os participantes percorreram as principais avenidas da cidade. 

O objetivo é fortalecer a educação ambiental, propiciando atitude responsável e comprometida da comunidade escolar. Neste evento, os alunos do 6º ao 9º ano expressarão nas ruas as responsabilidades e as ações defendidas durante a conferência na escola, realizada no início deste semestre.

Para assistir a vídeos com notícias e informações sobre a Amazônia, acesse www.portalamazonia.com/videosdaamazonia. Faça o seu cadastro.


Fonte: Governo de Tocantins - JK

MMA capacita agricultores familiares para feira de biocomércio

A Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA promove, de 7 a 10 de outubro, no hotel Pousado dos Sonhos - BR 414, no município de Corumbá, Goiás, curso de capacitação para agricultores familiares e agroextrativistas que vão participar da feira e conferência latino-americana de biocomércio ExpoSustentat 2008 e paralelamente da BioFach América Latina, maior evento mundial de divulgação e venda de produtos orgânicos e sustentáveis certificados.

Parceria dos ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e da GTZ (Agência de Cooperação Técnica Alemã), o objetivo da capacitação é qualificar os empreendedores, aperfeiçoando os aspectos gerencial e administrativo das entidades envolvidas, para melhorar os produtos e levando o conhecimento para além da feira. No encontro, será realizada uma mostra de produtos da sociobiodiversidade.

O treinamento será para os empreendedores que vão expor seus produtos nas salas Andes Amazônia e Caatinga Cerrado. Vão participar da capacitação 25 empreendedores da Caatinga-Cerrado, 14 da sala Andes Amazônia e 10 representantes para o estande do MDA. Bolívia, Colômbia, Equador e Peru se somarão ao Brasil na sala Andes Amazônia, na Exposustentat.

A Exposustentat é uma feira especializada em negócios sustentáveis que se organiza em paralelo com a feira especializada em produtos Orgânicos BIOFACH-América Latina. O objetivo da Exposustentat é estabelecer uma plataforma para exibição, promoção e intercâmbio de informações e de produtos derivados da biodiversidade e aproveitados de maneira sustentável.
O Brasil é o quinto país a realizar a BIOFACH. O empreendedores que expõem na feira precisam ter o selo de certificação de alimento orgânico, o que atesta ao consumidor não só que o produto é isento da contaminação química, mas que todo o processo como plantar, cultivar e colher também são sustentáveis.

A feira será realizada de 23 a 25 de outubro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo e reunirá especialistas em mercado orgânico e sustentável. 

Mais informações em /http://www.exposustentat.com.br/

28.9.08

Os recursos hídricos em números

     Segundo Lima (2003), dos 1,3 bilhões de quilômetros cúbicos de água no planeta, somente 2,5% é doce. Desse total, 68,9% encontra-se congelada nas calotas polares, 29,9% em aqüíferos, 0,9% na atmosfera na forma de vapor de água e apenas 0,3% está disponível nos rios, lagos e reservatórios superficiais acessíveis ao homem. Sua distribuição geográfica e sazonal é muito irregular no mundo e inclusive no Brasil, onde sua disponibilidade média é de 455.000 m3/hab/ano na Bacia do Amazonas e 7.500 m3/hab/ano na Bacia do São Francisco. Na Bahia, sua disponibilidade é de apenas 2.872 m3/hab/ano, o que caracteriza uma quantidade muito pequena para tanto descaso. 

     Quando se pensa apenas na água potável, esses valores tornam-se ainda menores e criam expectativas ruins de futuro. Segundo Lima (2003, p.391), “1/4 da água doce do planeta logo estará poluída demais para ser consumida”, o que tornará mais cara e difícil a obtenção deste recurso pelos cidadãos mais pobres. No Brasil, especificamente, segundo a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) citada pela CNBB (2003), 20% da população não tem acesso à água potável, 40% da água das torneiras não tem potabilidade confiável, 50% das casas não têm coleta de esgoto e 80% do esgoto coletado é lançado diretamente nos rios sem tratamento algum.

     Estas estimativas derrubam a falsa aparência de que a água é um recurso inesgotável e evidenciam o fato de que mesmo sendo renovável, pode se tornar indisponível ao uso humano devido à poluição e à contaminação (transformações de seu estado original). Ao desperdiçar a água potável, a humanidade diminui paulatinamente a reserva natural desse recurso e, ao devolvê-la poluída e/ou contaminada, o homem dificulta sua purificação natural através do ciclo da água na biosfera e encarece muito seu tratamento artificial nas estações de tratamento químico da água e do esgoto.

     Além de não cuidar desse bem precioso, o homem o usa abundantemente e, quase sempre, abusa e desperdiça água. Da água consumida no mundo (impossível de real previsão), 73% é usada na agricultura em grandes áreas irrigadas e pequenas propriedades agropastoris, em torno de 17% é usada na indústria e os 10% restantes fazem parte do uso doméstico. (CORSON, 1996). A água é também um fator essencial de desenvolvimento econômico e social já que participa de muitos processos produtivos e de atividades essenciais à economia mundial como a agricultura. Assim não é o não uso, mas sim o uso sustentável e parcimonioso da água que deve ser difundido na sociedade humana atual.

                                                                           Márcia Gonçalves Bezerra *

BIBLIOGRAFIA

CNBB, Fraternidade e Água: Texto-Base CF-2004, São Paulo: Editora Salesiano, 2003.
CORSON, W.H. Manual Global de Ecologia: O que Você Pode Fazer a Respeito da Crise do Meio Ambiente. 2ª ed. Brasileira, São Paulo: AUGUSTUS, 1996.

LIMA, O.A.L. Geossistemas e Recursos Hídricos: Água Subterrâneas no Estado da Bahia. IN: Bahia Análise e Dados, v.3, n.especial, 2003, p.391-402.

* Márcia Gonçalves Bezerra é Licenciada em Biologia, Especialista em Gestão Ambiental e Mestra em Desenvolvimento Regional. Atua como professora da Rede Estadual de Ensino Básico da Bahia e da Faculdade de Ciências Educacionais (FACE). É membro atuante do GANA atuando, em especial, na produção de projetos.

Marcadores:

27.9.08

Não jogue lixo nas ruas e nem na sua vida

Jogar lixo nas ruas e estradas pode ser um simbolismo de desprezo por si mesmo.
Pode significar que você também joga algum lixo em sua vida.


Um povo educado joga lixo nas lixeiras. Não joga lixo pela janela do carro, mas carrega uma pequena sacola plástica no veículo onde deposita o lixo para depois ser colocado numa lixeira em algum lugar. É tão fácil fazer isto que é difícil compreender como é que tanta gente ainda no século XXI suja tanto as cidades e as estradas! Há tantas lixeiras espalhadas pelas cidades, lojas, shoppings, lanchonetes, parques, praças, jardins, não é? E mesmo que não tenha em algum lugar, não é preciso sujar as ruas e praças.

Fico pensando se elas fazem isto consigo mesmas. Será que jogam também algum lixo em suas próprias vidas? Não sei se dá para ter desprezo (ou má educação?) para com aquilo que é público sem ter para com aquilo que é particular, ou seja, a sua própria vida, seu corpo, sua mente.

Há muitas formas de “sujar” sua vida. Uma delas é alimentando-se de maneira prejudicial, usando tabaco, álcool, comida gordurosa, açúcar, cafeína, etc. Murray e Pizzorno, autores da Enciclopédia de Medicina Natural dizem que saúde depende de: alimentação natural, exercícios físicos e atitude mental positiva.

Outra forma de jogar lixo em sua vida tem que ver com o que você alimenta sua mente. Isto tem que ver com o que você lê, assiste, ouve. É espantoso como milhões de pessoas desperdiçam tempo assistindo programas e filmes de TV destrutivos, violentos, cheios de maus princípios de conduta, brigas, romances exagerados imorais e amorais, etc. Se estas pessoas usassem este tempo para assistir algo produtivo, construtivo, que ajudasse na formação do caráter, a sociedade estaria muito diferente hoje.

Estudos sérios sobre a influência da TV sobre a violência social já demonstraram a ligação de uma coisa com a outra. A TV comercial não se importa com a formação moral das famílias e a saúde do indivíduo, mas sim com o lucro e audiência. Quanto mais audiência, mais lucros. E para ter audiência colocam de tudo no ar, e para disfarçar, colocam alguns programas “sociais” ou de ajuda comunitária. Uma hipocrisia. O importante de tudo isto é que você tem a liberdade de escolha! Você pode escolher com o que irá alimentar sua mente, sua alma, seu espírito ou coração. E dependendo de que tipo de alimento toma, a conduta será positiva ou negativa, construtiva ou destrutiva, boa ou perversa.

Também seu cérebro é influenciado pela música de uma forma muito poderosa. Músicas podem fazer uma lavagem cerebral. Podem controlar a mente. Despertam emoções que acabam controlando o indivíduo e o levando a atitudes criminosas até. Há músicas que irritam o cérebro seja pelo ritmo, pelo volume, etc. Mesmo dentro de igrejas!

Você daria um cálice de “bom” vinho para um bebê tomar na mamadeira? Pediria a uma menina de quatro aninhos de idade para dar uma tragada num cigarro? Deixaria seus filhos na meninice assistirem programas violentos na TV sem nenhuma censura? Não colocaria nenhum limite para as crianças ouvirem músicas rock pesado (ou não) cheios de satanismo nas letras, no ritmo, na forma de apresentar, no comportamento obsceno e debochado dos intérpretes? Então, por que jogar estes lixos tóxicos em sua vida?

Faça escolhas saudáveis. A vida é curta. Há dores evitáveis. A maioria das doenças que mais adoecem e matam as pessoas hoje são ligadas ao estilo de vida, e isto tem que ver com o que você come, escuta, bebe, lê, se envolve, pratica. São as chamadas “doenças da modernidade”. Dentre elas estão a diabetes (especialmente a tipo 2), as doenças cardiovasculares, o derrame cerebral, doenças pulmonares, câncer e também doenças emocionais.

Evitando jogar lixo nas ruas e estradas você contribui para menos problemas sociais (entupimento de esgotos, enchentes, poluição ambiental, contaminações, doenças infecciosas e parasitárias, menos trabalho para os lixeiros, etc.). Evitando jogar lixo na sua vida você contribui para sua saúde física, mental e espiritual e isto afeta também a sociedade. Faça uma melhor escolha. Da próxima vez, jogue o lixo no lixo. E busque a purificação interior. Aquele que faz o mal, aborrece a luz, e não vem para a luz para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas.

Dr. Cesar Vasconcellos de Souza
Fonte:
http://www.portalnatural.com.br

25.9.08

Você já plantou a sua muda hoje?

Faça isso agora!!! Acesse http://www.clickarvore.com.br clique em PLANTAR, preencha um cadastro ( apenas uma vez ) e você receberá login e senha , pronto!! A partir de agora você poderá PLANTAR uma muda todos os dias apenas visitando o site!!! Veja mais informações sobre o projeto:

O que é o clickarvore?

O clickarvore é um programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica pela Internet. Cada click corresponde ao plantio de uma árvore, custeado por empresas patrocinadoras, e agora também pela própria sociedade civil através de uma nova ferramenta de e-commerce.

De quem é a iniciativa?

O clickarvore é uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril, com o apoio de empresas patrocinadoras.

Como funciona ?

A Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril unem seus esforços neste Programa para captar recursos e convertê-los em árvores com a ajuda da Internet. Para cada click, uma árvore será plantada. Assim, pretendemos mudar o atual quadro de devastação da Mata Atlântica.

Quais os objetivos do clickarvore ?

· Apoiar iniciativas locais de recuperação de áreas, fornecendo mudas de árvores nativas e informações técnicas adequadas;

· Fomentar a produção de mudas e a coleta de sementes florestais das espécies nativas da Mata Atlântica;

· Recuperar áreas de preservação permanente, controlando os processos erosivos e de assoreamento dos corpos d’água;

·Mobilizar a sociedade civil para participar de projetos de reflorestamento;

· Apoiar a formação de corredores biológicos entre as diferentes ilhas de remanescentes florestais;

· Gerar empregos em viveiros florestais e propriedades rurais durante os plantios;

· Capacitar técnicos, agentes comunitários, professores e instituições sobre técnicas de reflorestamento, microbacias, produção de mudas e manejo adequado de áreas replantadas;

· Promover a educação ambiental;

Cuidar do Meio Ambiente nas Cidades

Cada eleição municipal é uma boa hora para se repensar uma agenda ambiental para as cidades, pois sem um meio ambiente preservado, dificilmente os lugares onde vivemos alcançarão os altos padrões de qualidade de vida que esperamos e merecemos. A União e os Estados são abstrações jurídicas, pois se vive mesmo é nos municípios. O meio ambiente é nos municípios. Logo, uma cidade ambientalmente melhor não é do interesse deste ou daquele partido ou político, mas de todos. O diagnóstico todos já conhecem. Cabe pensarmos nas soluções. Bem, aqui vão algumas contribuições.

TODOS DEVEM CUIDAR DO MEIO AMBIENTE - Preservar o meio ambiente não pode - nem deve - ser tarefa de uma secretaria ou órgão específico, mas de todos, muito menos ser tarefa apenas do poder público, mas também das empresas, ONGs, sociedade em geral. Os caminhos para essa ‘ecologização’ podem ser vários, depende mesmo é da decisão política dos dirigentes. Uma sugestão pode ser utilizar a própria estrutura ambiental existente para ampliar a discussão, promover a capacitação necessária, estimular e monitorar a evolução de uma forma de administrar, compartimentalizada, para outra, ecologizada. Os atuais Conselhos de Meio Ambiente poderiam ser o fórum ideal para o início dessa discussão, buscando envolver todos os órgãos dos poderes executivo, legislativo, judiciário e também a iniciativa privada e as ONGs nessa discussão, que pode se dar através de diversos seminários e audiências públicas. Outra tarefa fundamental é a capacitação e treinamento dos funcionários municipais para ecologizarem a administração. Esta capacitação já deveria levar em conta a necessidade de haver uma Reforma Ambiental que descentralize o licenciamento ambiental, cabendo aos municípios licenciar as atividades poluidoras em nível municipal, ficando para os estados o licenciamento intermunicipal e à União os licenciamentos que envolvam mais de um Estado, ficando os Estados e a União com papel supletivo sobre os municípios, no caso de haver abusos ou desvios. Os atuais órgãos e estruturas que cuidam do meio ambiente em nível municipal, por sua vez, ficariam com as funções de ação de informação, treinamento, capacitação dos demais órgãos do Poder Público municipal, além de prestar consultoria a cada órgão no sentido de buscar a correta adequação à questão ambiental.

PLANTAR ÁGUA - Um dos maiores problemas ambientais das cidades é a carência de um sistema de saneamento adequado, o que leva não apenas à morte e contaminação de ecossistemas inteiros, mas aumentam os casos de doenças por veiculação hídrica e a mortalidade infantil. Por isso, não dá para se pensar apenas no clássico sistema de coleta, transporte e tratamento, que exige grandes investimentos e concentra a poluição em emissários. É preciso pensar também em pequenos sistemas de fossa e filtro que as novas tecnologias têm tornado com eficiência de remoção de mais de 90% da poluição. O poder público poderia incentivar estes pequenos sistemas com abatimento na conta de água e esgoto proporcional à poluição que o sistema conseguisse remover. Deveria ainda ser estimulado a formação de Consórcios por usuários de água por micro-bacias, para a gestão dos recursos hídricos, para garantir investimentos na recuperação dos mananciais das cidades, leia-se, investir em reflorestamento e preservação das matas existentes, pois as árvores é que são as responsáveis pela existência das nascentes que abastecem os rios e lagos que são depois aproveitados para o abastecimento público.

RECICLAR, POR QUE LIXO NÃO EXISTE - O que chamamos de lixo é só matéria prima e recursos naturais misturados e fora do lugar. Por exemplo, se o Poder Público incentivar a Coleta Seletiva, poderá recuperar e devolver ao sistema produtivo toneladas de papel, plástico, metais, vidros, além de aumentar a vida útil dos atuais aterros. Os entulhos de obras que aterram margens de rios e entopem lixões podem ser moídos e se tornar em agregados para habitações populares. Os restos de comida, cascas de frutas e legumes, dão excelente adubo para hortas a serem feitas em regime de cooperativa nos terrenos vazios e abandonados das cidades, mas tudo isso só pode se tornar realidade se for coletado separado na origem. É ilusão pretender coletar tudo misturado e levar para uma milagrosa usina de reciclagem para ver o que pode ser aproveitado. O Poder Público pode estimular a formação de cooperativas de reciclagem o que, além de ajudar o meio ambiente, ajuda a gerar emprego e renda para os excluídos. Segundo o IBOPE (2006) quase a metade dos municípios brasileiros pesquisados (43%) utiliza-se de lixões no próprio município e 25% mantêm aterros controlados, também dentro do município.

ECOSSISTEMAS – Um dos maiores problemas ambientais das cidades, sem dúvida, é a destruição de seus ecossistemas. Além das queimadas, provocadas por balões ou pela queima do lixo não recolhido, a grande responsável pela destruição dos ecossistemas é mesmo a necessidade de moradia da população, de todas as classes sociais. Não há solução simples ou fácil neste caso, pois precisamos fortalecer as liberdades e a democracia, e não será com atitudes autoritárias como limitar o número de nascimentos ou controlar a entrada das pessoas às cidades que iremos conseguir isso. Assim, cada novo condomínio ou loteamento precisa obedecer as leis ambientais e oferecer medidas mitigadoras, compensatórias e reparadoras para os danos que venham a causar ao meio ambiente, exigindo os órgãos de licenciamento a publicidade obrigatória aos projetos aprovados para que a sociedade possa ajudar no controle e na fiscalização da execução. Os novos empreendimentos imobiliários também deverão demonstrar como lidarão com os trabalhadores que estarão atraindo, seja na fase de construção, seja a fase de operação. Como já ocorre, por exemplo, nos trabalhadores empregados na colheita da cana. O que não pode é a indústria imobiliária continuar achando que este não é um problema seu. Muitos desses trabalhadores não tem onde morar e acabam tendo de invadir áreas de preservação próximos dos condomínios de luxo criando ou aumentando as favelas. Os empreendimentos imobiliários deveriam ser obrigados a reservar um percentual de terreno, no próprio local onde irá construir, ou bem próximo dali, para a construção de moradias populares para seus trabalhadores. 

POLUIÇÃO DO AR – boa parte da poluição do ar nos centros urbanos é provocada pelas emissões dos carros, ônibus e caminhões - e poluição do ar mata. No Brasil, 13 mil pessoas morrem todos os anos por problemas de saúde provocados pela poluição do ar urbano. A adoção de catalisadores, de índices de emissão mais rigorosos e a diminuição do enxofre no diesel ajudaram a minimizar o problema, mas não solucionam. Na Suíça, foi criada a Fundação Centavo Carbono, onde cada veículo ao abastecer paga um centavo por litro de combustível e estes recursos constituem um fundo para cuidar do Meio Ambiente, pois não é justo que a sociedade como um todo tenha de pagar pelos danos provocados pela parcela de 20% da população que possui carro. A prefeitura de Nova Iorque criou um fundo semelhante, mas através da cobrança de oito dólares dos automóveis que transitam no centro, uma forma criativa de desestimular o uso do automóvel nos centros urbanos, cada vez mais congestionados.

AMIGOS AMBIENTAIS – é ilusão achar que o poder público irá dar conta sozinho dos muitos problemas sócio-ambientais de nossas cidades. É preciso mobilizar a sociedade e estimular a cidadania participativa através dos fóruns próprios. As ONGs (Organizações Não Governamentais) Ambientalistas podem exercer papel fundamental, segundo a natureza institucional de cada uma. As ONGs ditas técnicas ou profissionais, podem ser parceiras do Poder Público e empresas obrigadas a cumprir medidas compensatórias, na elaboração de projetos ambientais. As ONGs ditas de combate podem ser aliadas na fiscalização das metas, prazos e efetividade dos projetos e exigências assumidas por empresas e em projetos do próprio Poder Público, como a implantação dos serviços de água e esgoto. Estimular o voluntariado ambiental nas cidades é apenas criar canais para que o sentimento de amor e o orgulho pelas cidades, que todo morador possui potencialmente, seja transformado em energia de criatividade e ações práticas pela melhoria do meio ambiente urbano.

Por Vilmar Sidnei Demamam Berna

Fonte: Portal do Meio Ambiente

Ministério do Meio Ambiente suspende processo de licenciamento da BR-319

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou nesta quarta-feira (24) que o processo de licenciamento da BR-319, que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO), está suspenso por 60 dias. Segundo ele, o Ibama não analisará os relatórios de impacto ambiental do projeto até que um grupo de trabalho instalado nesta semana apresente estudos para implantação de dez áreas de proteção ambiental ao longo dos 800 quilômetros da estrada.

Quase metade da rodovia já está pavimentada, nas áreas próximas a Manaus e Porto Velho. Agora, o governo quer o licenciamento para o miolo da estrada, um trecho com cerca de 400 quilômetros de extensão. O grupo de trabalho é formado pelos ministérios do Meio Ambiente, das Cidades, da Integração Nacional e pelos governos do Amazonas e de Rondônia. 

O ministro disse que esse grupo vai definir quem criará três áreas de conservação que ainda não foram implementadas nas margens da BR-319. A responsabilidade inicial era do estado do Amazonas, mas Minc disse que o governo federal pode assumir a criação e implementação dessas áreas.

O grupo também vai calcular os custos para implantação oficial das outras sete áreas de proteção já demarcadas. Cerca de 8 milhões de hectares de florestas serão preservados nesses parques, reservas extrativistas e florestas nacionais (Flonas). 

“Se na BR-163, que não foi asfaltada ainda, o simples anúncio fez aumentar o desmatamento em 500%, imagina se forem construir a BR-319, que atravessa o coração da Amazônia. Eu acho que vai haver tragédia ambiental sem proporções”, disse o ministro. A obra está inscrita no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). 

Ele disse ainda que as áreas de proteção às margens da rodovia terão de ser criadas e implementadas na prática antes do início das obras da BR-319. “Sem isso, não há possibilidade de sair licença para essa via”, afirmou Minc. 

O ministro ressaltou que o Ibama tem sido ágil na liberação de licenças ambientais para os principais projetos de infra-estrutura, mas quer trabalhar com precaução neste caso, porque a estrada passa por uma das áreas mais protegidas da Amazônia. “Estamos fazendo licenciamento rápido e com rigor, mas temos que ter precaução”, disse.

Fonte:  G1

16.9.08

A Importância Ambiental das florestas para a Agropecuária

A primeira noção que se deve ter é que as áreas cultivadas pelo homem não estão isoladas do restante da natureza, havendo uma estreita relação de interdependência. A destruição ambiental de uma região pode trazer e com certeza traz, sérios prejuízos econômicos para o agricultor ou pecuarista, podendo até inviabilizar a atividade.

É preciso perceber que onde existem florestas próximas, o controle de pragas na agropecuária é mais facilitado. Isto acontece porque muitos animais que servem para controlar as pragas, como morcegos, tamanduás, tatus, pássaros insetívoros, vespas, etc., apesar de viverem nas florestas, saem das mesmas à procura de alimentos, indo comer justamente as pragas que se encontram nas lavouras ou criações mantidas pelo homem. Na verdade é um serviço gratuito que estes animais prestam ao ser humano e, apesar disso, são constantemente caçados e as florestas ao redor dos pastos e cultivos são destruídas.

Deve ser destacado ainda que havendo a destruição das florestas, muitas pragas podem surgir devido à falta dos inimigos naturais (os predadores). Assim é que em determinadas regiões do nosso País, algumas pombas e rolinhas passaram a ser consideradas pragas, pois os seus predadores, como os gaviões, corujas, cobras, etc., haviam sido eliminados.

A pior ameaça porém, está nos insetos, fungos e bactérias, já que são em muito maior número e mais difíceis de controlar. Estes animais são especializados em se alimentar de determinada planta na floresta. Quando a mata é destruída, muitos desses animais morrem e outros que sobrevivem procuram comer o que encontram pela frente, vindo a atacar as plantações e pastos feitos pelo homem. Com isso o agricultor ou fazendeiro terá que gastar muito dinheiro comprando agrotóxicos das empresas multinacionais que dominam o mercado e, como conseqüência, poluem os rios e lençóis freáticos, causando, por fim, intoxicação nos próprios trabalhadores rurais que, normalmente, não sabem manusear os agrotóxicos.

Finalmente, a floresta também é importante para a produtividade de um cultivo, pois inúmeras plantas necessitam dos insetos ou de animais para a sua reprodução (polinização) ou para a distribuição das sementes. É o que acontece, por exemplo, com a castanheira do Pará, cujas sementes são espalhadas por pacas, cotias, esquilos, macacos pregos e outros animais que levam as sementes para um local distante da árvore para comer, chegando a enterrar algumas para a alimentação em outro dia e, quando esquecem de desenterrar, provocam o nascimento de novas árvores. Dessa forma, numa região onde não haja animais ou insetos em abundância, a produtividade dos cultivos fica prejudicada e muitas árvores das florestas são condenadas à extinção.

Julimar Barreto Ferreira *

Referência bibliográfica:

Cartilha: Campanha de Valorização das Reservas Legais e Matas Ciliares – Como usar, sem destruir, as reservas legais e matas ciliares. RIBEIRO, João Alberto. 2ª edição. Porto Velho, Rondônia – Setembro de 2001. 41p.

* Julimar Barreto Ferreira é Promotor de Justiça, especialista em Desenvolvimento Regional Sustentável e membro fundador do Gana. 

Marcadores:

IMA e Uneb se unem para proteger cerrado

O Instituto do Meio Ambiente (IMA), em parceria com a Universidade do Estado da Bahia, inaugura, na segunda-feira (8), o Laboratório de Sementes Nativas e reinaugura o Herbário do Campus 9, ambos na Uneb de Barreiras, a 873 quilômetros de Salvador.

O bioma cerrado é formado por um rico ecossistema e ocorre em regiões heterogêneas, sendo que sua maior concentração está no centro-oeste do país. Depois da Mata Atlântica, o cerrado é o bioma brasileiro mais alterado pela ocupação humana.

Assim como em outras regiões, o oeste baiano vem passando por acelerado processo de ocupação, com instalação de grandes empreendimentos agropecuários, impulsionados a partir da década de 80.

Para minimizar impactos ocorridos ao longo dos anos e promover o reconhecimento e a sustentabilidade dos recursos naturais do cerrado baiano, o IMA, órgão vinculado à Secretaria de Meio Ambiente (Sema), criou a Base Cerrado que, por meio de convênio com a Uneb, apóia o desenvolvimento de pesquisas relacionadas à proteção do meio ambiente no bioma e está possibilitando a inauguração do laboratório e a reinauguração do herbário.

O Laboratório de Sementes, que já possuía uma estrutura de viveiro, produziu 53 mil mudas utilizadas em sistemas de revegetação de áreas pré-determinadas, como a mata ciliar do Rio Grande - um dos principais afluentes do Rio São Francisco - áreas destinadas à reserva legal, áreas de exploração da mineradora e a mata da Serra do Mimo, localizada próximo à Uneb de Barreiras.

Além do fomento na recuperação de áreas e arborização urbana, o laboratório vem conduzindo experimentos que têm contribuído para o conhecimento técnico-científico e para o estabelecimento de métodos adequados de superação de dormência e armazenamento de sementes de diversas espécies nativas.

Já o Herbário do Campus 9 tem como objetivo principal, o conhecimento da composição da flora em diferentes fisionomias do cerrado. Desde a sua implantação, o herbário vem contribuindo para o reconhecimento da vegetação local, além de estimular o estudo da botânica, subsidiar pesquisas científicas ou populares, sobre a flora da região – por se constituir num banco de informações que devem ser disponibilizadas à sociedade -, divulgar técnicas utilizadas no estudo científico da botânica e fornecer material para estudo prático em escolas secundaristas.

Fonte: Agecom

12.9.08

Vídeos

Meio Ambiente - Educação e Consciência Ambiental





Greenpeace



Ilha das Flores



Educacao Ambiental - Aquecimento Global



Agenda Ambiental na Administração Pública



Oficina Educação Ambiental - O Lixo em Questão



A História das Coisas



Money



Brasil - Mundo

Marcadores:

Seleção Pública de Projetos

O Programa Petrobras Ambiental 2008 investe em iniciativas que visam à proteção ambiental e à difusão da consciência ecológica. Apóia projetos que colaboram com a criação de soluções e alternativas para a preservação ambiental.
Com o tema “Água e Clima: contribuições para o desenvolvimento sustentável”, a Seleção Pública de Projetos 2008 vai destinar R$ 60 milhões a projetos ambientais. As inscrições já estão abertas, e vão até 24 de setembro.


Confira o regulamento e participe!


Indique nosso site!

Ajude a divulgar o nosso site: www.gana.org.br preencha o formulário abaixo e envie a seus amigos.

Desde já, MUITO OBRIGADO!

Ambientalistas pedem proteção no Dia Nacional do Cerrado

Organizações não-governamentais (ONGs) da área de meio ambiente promovem hoje (11), Dia Nacional do Cerrado, manifestação em favor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 115/95 que inclui o cerrado e a caatinga como patrimônio nacional. A concentração começa às 15h em frente ao Palácio do Planalto.

Os ativistas querem entregar ao presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), uma carta e uma lista de assinaturas pela aprovação imediata da PEC.

De acordo com a carta das ONGs, a devastação do cerrado ameaça o fornecimento de água doce no Brasil e pode levar o país a uma crise energética. O documento também chama a atenção para o índice de 70% de destruição do bioma e as ameaças às comunidades tradicionais de índigenas, quilombolas e ribeirinhos, devido ao avanço da exploração agrícola na região.

Fonte: Agência Brasil - Radiobrás

11.9.08

Programa Arpa terá US$ 100 milhões em segunda fase

Cerca de US$ 100 milhões estão sendo negociados para aplicação na segunda fase do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente. Os recursos serão utilizados na ampliação da área protegida pelo Programa, que deve saltar de 50 milhões para 60 milhões de hectares. O dinheiro também será aplicado na criação de mais 20 milhões de hectares de Unidades de Conservação (UCs), sendo 10 milhões de proteção integral e outros 10 de uso sustentável.

A segunda fase do Arpa começa a partir de 2009 e vai até 2013. Na primeira etapa do programa foram aplicados US$ 81 milhões, oriundos do Banco Mundial/GEF, WWF, KFW e do governo brasileiro. Entre os resultados positivos da aplicação dos recursos da primeira etapa está a criação, até 2008, de 24 milhões de hectares de novas UCs.

A informação é do diretor de Áreas Protegidas do MMA, João de Deus Medeiros, que apresentou os dados em palestra na Semana da Amazônia, promovida pelo Departamento de Articulação de Ações da Amazônia (DAAM), que teve início no dia 1º e vai até o dia 5. O diretor anunciou também o processo de implantação da Reserva da Biosfera da Amazônia, que já conta com comitês instalados.

De acordo com João de Deus, o momento é de fortalecimento da política de integração destes comitês com outros projetos regionais pelo MMA. Entre eles, o projeto Corredores Ecológicos e o Projeto de Conservação da Biodiversidade nos Sítios do Patrimônio Mundial Natural do Brasil. Na consolidação destes sítios, destaca-se o papel do Parque Nacional do Jaú, que passa pela discussão da centralização das tomadas de decisão em relação a seu papel como ponto para o desenvolvimento da economia do turismo ecológico para a região.

O bioma amazônico abrange uma área aproximada de 4,2 milhões de quilômetros quadrados, o que representa quase 50% do território nacional. Destes, 23% já se encontram protegidos por 184 unidades de conservação federais (117) e estaduais (67). Das 184 UCs, 10% são de proteção integral e 13% de uso sustentável. Segundo João de Deus, a meta até 2010 é de que 30% do bioma amazônico seja constituído de áreas protegidas. "Para isso, precisamos continuar na linha de criação de mais UCs e garantir sua fiscalização".

Fale Conosco

Utilize o formulário abaixo para entrar em contato
sugerir, denunciar ou solicitar orçamentos de mudas.

10.9.08

Cão contra o crime ambiental

Com um novo modelo de fiscalização integrada contra o desmatamento da mata atlântica, foi inaugurada, nesta sexta-feira, em Amargosa (a 240 km de Salvador), a primeira base ambiental do Estado, sediada no Recôncavo baiano, região que abrange 27 municípios. A base contará com um engenheiro florestal e um biólogo, um posto da Delegacia de Meio Ambiente e da Promotoria de Justiça da Regional do Recôncavo Sul.

A ação integrada terá o reforço de uma cadela da raça labrador chamada Vida, treinada para ajudar na repressão ao tráfico de animais silvestres na região. O projeto "Cão Farejador" foi proposto pela Promotoria de Justiça do município de Santo Antônio de Jesus. A cadela foi adestrada durante nove meses. "Assim, foi capacitada para farejar cargas de veículos pesados, identificar o transporte clandestino de qualquer animal silvestre, servindo como apoio no trabalho efetuado pelas polícias rodoviárias federais e estaduais. A cadela não é uma caçadora, mas identificadora", salientou o sargento Prazeres, da Polícia Militar, responsável pelo treinamento dela no Batalhão de Guarda, em Salvador.

A base está integrada ao Sistema de Proteção Legal da Mata Atlântica (Sisprot), criado para dar suporte às ações de monitoramento sistêmico da mata atlântica, em nível regional. "Reunir os órgãos de proteção ao meio ambiente num mesmo local vai otimizar o trabalho de todos eles. É a primeira de uma série de bases a serem instaladas no Estado", disse o procurador-geral do Estado, Lidivaldo Britto.

De acordo com o promotor de Justiça e coordenador-geral do Núcleo Mata Atlântica (Numa), Sérgio Mendes, nos últimos oito meses, dois mil animais silvestres foram apreendidos em blitzen. "No mês de julho foi preso um traficante com 600 animais da região", destacou o promotor. "Essa estrutura administrativa foi criada com o objetivo de estabelecer um sistema de fiscalização na mata atlântica na Bahia através da ação desconcentrada e regional de especialistas, interligado por um moderno sistema de informações ambientais e jurídicas, ressaltou ele.

agressões resistem - Elbano Paschoal, do Grupo Ambientalista da Bahia (Gambá), citou as agressões ambientais que ainda ocorrem no Recôncavo. "O desmatamento, o uso inadequado de áreas como lixão e a degradação das áreas de preservação permanente (APPs) são agressões que resistem, além do tráfico de animais silvestres", salientou o ambientalista.

"O diferencial dessa base ambiental está nas ações conjuntas das instituições. Entre elas, melhorar o diálogo com os municípios do entorno de Amargosa. É a política de descentralização do Estado", ressaltou o secretário de Meio Ambiente do Estado, Juliano Matos.

Essa é a primeira das sete que foram propostas pelo Núcleo Mata Atlântica (Numa), grupo de atuação especial do Ministério Público do Estado da Bahia (MP/BA). "Vamos trabalhar para garantir a manutenção e a prevenção do que resta do bioma. Vamos doar mudas de plantas nativas para recuperar áreas degradas e atuar com educação ambiental", garantiu a diretora-geral do Instituto de Meio Ambiente -IMA (antigo CRA), Beth Wagner.

Instalada em um imóvel cedido pela Prefeitura de Amargosa, a base ambiental vai atuar também nos municípios de Santo Antônio de Jesus, Brejões, Castro Alves, Conceição do Almeida, Cruz das Almas, Dom Macedo Costa, Elísio Medrado, Iaçu, Itatim, Jequiriçá, Laje, Milagres, Muniz Ferreira, Muritiba, Mutuípe, Nova Itarana, Tancredo Neves, Santa Inês, Santa Terezinha, São Felipe, São Miguel das Matas, Sapeaçu, Teolândia, Ubaíra, Varzedo e Wenceslau Guimarães.

Fonte: Jornal A Tarde

O Gana

GANA - Grupo Ambientalista Nascentes v.1



GANA - Grupo Ambientalista Nascentes v.2



GANA - Grupo Ambientalista Nascentes v.3




O Grupo Ambientalista Nascentes (GANA) é uma associação civil sem fins lucrativos ou político-partidários. É caracteristicamente uma ONG ambientalista envolvida com diversas ações de preservação da qualidade ambiental em Santo Antonio de Jesus.

O GANA foi fundado em 2000, no dia 23 de maio, quando se registrou em ata a sua reunião de formação. Ele nasceu da intensão de um grupo diversificado de cidadãos preocupados em promover modificações na realidade ambiental da cidade e da região. Constituiu-se inicialmente, de um conjunto de profissionais diversificado, porém, todos moradores da zona urbana de Santo Antonio de Jesus e com bom nível de formação. Hoje o grupo mantém essas características, segundo análise de questionário aplicado pela pesquisadora, sendo 100% dos indivíduos com formação pelo menos em nível médio e a maioria em nível superior.

Como determinado em seu estatuto, o GANA tem como objetivo principal “contribuir para a preservação e recuperação do meio ambiente, bem como promover um modelo de desenvolvimento sustentável a nível ético e social, econômico e ambiental, tomando por base, principalmente a questão ambiental.” (ESTATUTO SOCIAL, 2000). Desta maneira, a Educação Ambiental é considerada pelo grupo como um caminho eficiente para a preservação ambiental na cidade, já que promove nas pessoas uma mudança na maneira de perceber e se relacionar com a natureza.

Em consonância com este objetivo, a missão do grupo é constituir-se num centro de debates sobre o meio ambiente, através da realização de palestras, encontros, oficinas e outros eventos promovidos para a conscientização do público do município e região. Mas a missão não se restringe apenas às discussões e avança em direção às realizações, às ações de recuperação de nascentes e corpos d’água da região.

Após cinco anos de trabalho efetivo na comunidade, o GANA já realizou uma série de ações em busca da qualidade ambiental na cidade como o plantio de mudas de árvores da Mata Atlântica, frutíferas e ornamentais na Barragem do Rio da Dona e nas praças e avenidas da cidade; elaboração da Lei de Combate à Poluição Sonora junto à Câmara de Vereadores e Promotoria Pública; organização e promoção de palestras em escolas públicas e privadas da cidade entre outros.

2.9.08

Desmatamento Zero Greenpeace

Eleições 2008: O que o seu candidato vai fazer pelo meio ambiente?

Tema interessante para trabalhar este ano na escola, ou para quem é ligado em meio ambiente ficar ainda mais atento: o que o seu candidato a vereador ou prefeito mantém, em suas plataformas eleitorais, sobre as questões socioambientais?

A ong Greenpeace elaborou um precioso material de orientação para candidatos, que também serve para iniciar discussões interessantes na sala de aula. Clicando em Plataforma Política Ambiental 2008, o internauta tem acesso a uma série de recomendações que a organização faz para os futuros eleitos, divididas pelos temas Climas/Energias Renováveis, Florestas/Recursos Hídricos, Agricultura Sustentável/Transgênicos, Oceanos e outros temas específicos - de programas de gerenciamento de resíduos ao funcionamento de conselhos municipais do meio ambiente.

Quem quiser pode mandar sugestões para serem acrescentadas à plataforma. O site do Greenpeace possibilita essa e várias outras formas de interatividade e, além das eleições, dá para assinar petições on line sobre várias questões. Participe!

Fonte: http://educomverde.blogspot.com

30.7.08

Ibama recorre de liminar que impede leilão de madeiras apreendidas na “Operação Guardiões da Amazônia”

No início desta semana, o Ibama/PA pediu a reconsideração da decisão da liminar emitida pelo juiz federal substituto da 5ª Vara em Belém que impede a doação e o leilão das madeiras apreendidas nas operações em Tailândia. O superintendente do Ibama no Pará, Aníbal Picanço, afirma que, apesar da decisão do juiz substituto, a liminar não impede a retirada da madeira ilícita das serrarias.

Para ele, o pedido de reconsideração deve ser atendido porque, caso as empresas tenham êxito no processo administrativo ou no judicial, serão ressarcidas. “Além disso, mostramos ao juiz que a madeira é perecível porque fica exposta a condições climáticas adversas e precisa ser leiloada rapidamente”, acrescenta Picanço.

Na mesma decisão, o juiz também negou o pedido de duas empresas para serem fiéis depositárias das madeiras apreendidas durante as operações em Tailândia.

Fonte:
Luciana Almeida
Ibama/PA

Dicas práticas para você economizar energia e proteger o Planeta

1. TAMPE SUAS PANELAS ENQUANTO COZINHA. Parece obvio, não é? E é mesmo! Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar.

2. USE UMA GARRAFA TÉRMICA COM ÁGUA GELADA. Compre daquelas garrafas térmicas de acampamento, de 2 ou 5 litros . Abasteça-a de água bem gelada com uma bandeja de cubos de gelo pela manhã. Você terá água gelada até a noite e evitará o abre-fecha da geladeira toda vez que alguém quiser beber um copo dágua

3. APRENDA A COZINHAR EM PANELA DE PRESSÃO. Acredite... dá pra cozinhar tudo em panela de pressão: Feijão, arroz, macarrão, carne, peixe etc... Muito mais rápido e economizando 70% de gás.

4. COZINHE COM FOGO MÍNIMO. Se você não faltou às aulas de física no 2º grau você sabe: Não adianta, por mais que você aumente o fogo, sua comida não vai cozinhar mais depressa, pois a água não ultrapassa 100ºC em uma panela comum. Com o fogo alto, você vai é queimar sua comida.

5. ANTES DE COZINHAR, RETIRE DA GELADEIRA TODOS OS INGREDIENTES DE UMA SÓ VEZ. Evite o abre-fecha da geladeira toda vez que seu cozido precisar de uma cebola, uma cenoura, etc...

6. COMA MENOS CARNE VERMELHA. A criação de bovinos é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa. Não é piada. Você já sentiu aquele cheiro pavoroso quando você se aproximou de alguma fazenda/criação de gado? Pois é: É metano, um gás inflamável, poluente, e mega fedorento. Além disso, a produção de carne vermelha demanda uma quantidade enorme de água. Para você ter uma idéia: Para produzir 1kg de carne vermelha são necessários 200 litros de água potável. O mesmo quilo de frango só consome 10 litros .

7. NÃO TROQUE O SEU CELULAR. Já foi tempo que celular era sinal de status. Hoje em dia qualquer Zé mane tem. Trocar por um mais moderno para tirar onda? Ninguém se importa. Fique com o antigo pelo menos enquanto estiver funcionando perfeitamente ou em bom estado. Se o problema é a bateria, considere o custo/benefício trocá-la e descartá-la adequadamente, encaminhando-a a postos de coleta. Celulares trouxeram muita comodidade à nossa vida, mas utilizam de derivados de petróleo em suas peças e metais pesados em suas baterias. Além disso, na maioria das vezes sua produção é feita utilizando mão de obra barata em países em desenvolvimento. Utilize seus gadgets até o final da vida útil deles, lembre-se de que eles certamente não foram nada baratos.

8. COMPRE UM VENTILADOR DE TETO. Nem sempre faz calor suficiente pra ser preciso ligar o ar condicionado. Na maioria das vezes um ventilador de teto é o ideal para refrescar o ambiente gastando 90% menos energia. Combinar o uso dos dois também é uma boa idéia. Regule seu ar condicionado para o mínimo e ligue o ventilador de teto.

9. USE SOMENTE PILHAS E BATERIAS RECARREGÁVEIS. É certo que são caras, mas ao uso em médio e longo prazo elas se pagam com muito lucro. Duram anos e podem ser recarregadas em média 1000 vezes.

10. LIMPE OU TROQUE OS FILTROS O SEU AR CONDICIONADO. Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano.

11. TROQUE SUAS LÂMPADAS INCANDESCENTES POR FLUORESCENTES. Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.

12. ESCOLHA ELETRODOMÉSTICOS DE BAIXO CONSUMO ENERGÉTICO. Procure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou Energy Star (no caso de importados).

13. NÃO DEIXE SEUS APARELHOS EM STANDBY. Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso.

14. MUDE SUA GELADEIRA OU FREEZER DE LUGAR. Ao colocá-los próximos ao fogão, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Mantenha-os afastados pelos menos 15cm das paredes para evitar o superaquecimento. Colocar roupas e tênis para secar atrás deles então, nem pensar!

15. DESCONGELE GELADEIRAS E FREEZERS ANTIGOS A CADA 15 OU 20 DIAS. O excesso de gelo reduz a circulação de ar frio no aparelho, fazendo que gaste mais energia para compensar. Se for o caso, considere trocar de aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais antigos, o que subsidia o valor do eletrodoméstico a médio/longo prazo.

16. USE A MÁQUINA DE LAVAR ROUPAS/LOUÇA SÓ QUANDO ESTIVEREM CHEIAS. Caso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, selecione os modos de menor consumo de água. Se você usa lava-louças, não é necessário usar água quente para pratos e talheres pouco sujos. Só o detergente já resolve.

17. RETIRE IMEDIATAMENTE AS ROUPAS DA MÁQUINA DE LAVAR QUANDO ESTIVEREM LIMPAS. As roupas esquecidas na máquina de lavar ficam muito amassadas, exigindo muito mais trabalho e tempo para passar e consumindo assim muito mais energia elétrica.

18. TOME BANHO DE CHUVEIRO. E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes mais energia e água que um chuveiro.

19. USE MENOS ÁGUA QUENTE. Aquecer água consome muita energia. Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria.

20. PENDURE AO INVÉS DE USAR A SECADORA. Você pode economizar mais de 317 quilos de gás carbônico se pendurar as roupas durante metade do ano ao invés de usar a secadora.

21. NUNCA É DEMAIS LEMBRAR: RECICLE NO TRABALHO E EM CASA. Se a sua cidade ou bairro não tem coleta seletiva, leve o lixo até um posto de coleta. Existem vários na rede Pão de Açúcar. Lembre-se de que o material reciclável deve ser lavado (no caso de plásticos, vidros e metais) e dobrado (papel).

22. FAÇA COMPOSTAGEM. Cerca de 3% do metano que ajuda a causar o efeito estufa é gerado pelo lixo orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem: além de reduzir o problema, você terá um jardim saudável e bonito.

23. REDUZA O USO DE EMBALAGENS. Embalagem menor é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos naturais. Prefira embalagens maiores, de preferência com refil. Evite ao máximo comprar água em garrafinhas, leve sempre com você a sua própria.

24. COMPRE PAPEL RECICLADO. Produzir papel reciclado consome de 70 a 90% menos energia do que o papel comum, e poupa nossas florestas.

25. UTILIZE UMA SACOLA PARA AS COMPRAS. Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbônico e metano na atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Quando for ao supermercado, leve uma sacola de feira ou suas próprias sacolinhas plásticas.

26. PLANTE UMA ÁRVORE. Uma árvore absorve uma tonelada de gás carbônico durante sua vida. Plante árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o SOS Mata Atlântica ou Iniciativa Verde.

27. COMPRE ALIMENTOS PRODUZIDOS NA SUA REGIÃO. Fazendo isso, além de economizar combustível, você incentiva o crescimento da sua comunidade, bairro ou cidade.

28. COMPRE ALIMENTOS FRESCOS AO INVÉS DE CONGELADOS. Comida congelada além de mais cara, consome até 10 vezes mais energia para
ser produzida. É uma praticidade que nem sempre vale a pena.

29. COMPRE ORGÂNICOS. Por enquanto, alimentos orgânicos são um pouco mais caros pois a demanda ainda é pequena no Brasil. Mas você sabia que, além de não usar agrotóxicos, os orgânicos respeitam os ciclos de vida de animais, insetos e ainda por cima absorvem mais gás carbônico da atmosfera que a agricultura "tradicional"? Se toda a produção de soja e milho dos EUA fosse orgânica, cerca de 240 bilhões de quilos de gás carbônico seriam removidos da atmosfera. Portanto, incentive o comércio de orgânicos para que os preços possam cair com o tempo.

30. ANDE MENOS DE CARRO. Use menos o carro e mais o transporte coletivo (ônibus, metrô) ou o limpo (bicicleta ou a pé). Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana, deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano.

31. NÃO DEIXE O BAGAGEIRO VAZIO EM CIMA DO CARRO. Qualquer peso extra no carro causa aumento no consumo de combustível. Um bagageiro vazio gasta 10% a mais de combustível, devido ao seu peso e aumento da resistência do ar.

32. MANTENHA SEU CARRO REGULADO. Calibre os pneus a cada 15 dias e faça uma revisão completa a cada seis meses, ou de acordo com a recomendação do fabricante. Carros regulados poluem menos. A manutenção correta de apenas 1% da frota de veículos mundial representa meia tonelada de gás carbônico a menos na atmosfera.

33. LAVE O CARRO A SECO. Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a lavagem tradicional, que desperdiça centenas de litros a cada lavagem. Procure no seu posto de gasolina ou no estacionamento do shopping.

34. QUANDO FOR TROCAR DE CARRO, ESCOLHA UM MODELO MENOS POLUENTE. Apesar da dúvida sobre o álcool ser menos poluente que a gasolina ou não, existem indícios de que parte do gás carbônico emitido pela sua queima é reabsorvida pela própria cana de açúcar plantada. Carros menores e de motor 1.0 poluem menos. Em cidades como São Paulo, onde no horário de pico anda-se a 10km/h, não faz muito sentido ter carros grandes e potentes para ficar parados nos congestionamentos.

35. USE O TELEFONE OU A INTERNET. A quantas reuniões de 15 minutos você já compareceu esse ano, para as quais teve que dirigir por quase uma hora para ir e outra para voltar? Usar o telefone ou skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom dinheiro e poupar a atmosfera.

36. VOE MENOS, REÚNA-SE POR VIDEOCONFERÊNCIA. Reuniões por videoconferência são tão efetivas quanto as presenciais. E deixar de pegar um avião faz uma diferença significativa para a atmosfera.
37. ECONOMIZE CDS E DVDS. CDs e DVDs sem dúvida são mídias eficientes e baratas, mas você sabia que um CD leva cerca de 450 anos para se decompor e que, ao ser incinerado, ele volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos)? Utilize mídias regraváveis, como CD-RWs, drives USB ou mesmo e-mail ou FTP para carregar ou partilhar seus arquivos. Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem ser disponibilizados virtualmente ao invés de em mídias físicas.

38. PROTEJA AS FLORESTAS. Por anos os ambientalistas foram vistos como "eco-chatos". Mas em tempos de aquecimento global, as árvores precisam de mais defensores do que nunca. O papel delas no aquecimento global é crítico, pois mantém a quantidade de gás carbônico controlada na atmosfera.

39. CONSIDERE O IMPACTO DE SEUS INVESTIMENTOS. O dinheiro que você investe não rende juros sozinho. Isso só acontece quando ele é investido em empresas ou países que dão lucro. Na onda da sustentabilidade, vários bancos estão considerando o impacto ambiental das empresas em que investem o dinheiro dos seus clientes. Informe-se com o seu gerente antes de escolher o melhor investimento para você e o meio ambiente.

40. INFORME-SE SOBRE A POLÍTICA AMBIENTAL DAS EMPRESAS QUE VOCÊ CONTRATA. Seja o banco onde você investe ou o fabricante do shampoo que utiliza, todas as empresas deveriam ter políticas ambientais claras para seus consumidores. Ainda que a prática esteja se popularizando, muitas empresas ainda pensam mais nos lucros e na imagem institucional do que em ações concretas. Por isso, não olhe apenas para as ações que a empresa promove, mas também a sua margem de lucro alardeada todos os anos. Será mesmo que eles estão colaborando tanto assim?

41. DESLIGUE O COMPUTADOR. Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes simplesmente por comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos.

42. CONSIDERE TROCAR SEU MONITOR. O maior responsável pelo consumo de energia de um computador é o monitor. Monitores de LCD são mais econômicos, ocupam menos espaço na mesa e estão ficando cada vez mais baratos. O que fazer com o antigo? Doe a instituições como o Comitê para a Democratização da Informática.

43. NO ESCRITÓRIO, DESLIGUE O AR CONDICIONADO UMA HORA ANTES DO FINAL DO EXPEDIENTE. Num período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que equivale a quase um mês de economia no final do ano. Além disso, no final do expediente a temperatura começa a ser mais amena.

44. NÃO PERMITA QUE AS CRIANÇAS BRINQUEM COM ÁGUA.
Banho de mangueira, guerrinha de balões de água e toda sorte de
brincadeiras com água são sem dúvida divertidas, mas passam a equivocada
idéia de que a água é um recurso infinito, justamente para aqueles que mais
precisam de orientação, as crianças. Não deixe que seus filhos brinquem com
água, ensine a eles o valor desse bem tão precioso.

45. NO HOTEL, ECONOMIZE TOALHAS E LENÇOIS. Use o bom senso... Você realmente precisa de uma toalha nova todo dia? Você é tão imundo assim? Em hotéis, o hóspede tem a opção de não ter as toalhas trocadas diariamente, para economizar água e energia. Trocar uma vez a cada 3 dias já está de bom tamanho. O mesmo vale para os lençois, a não ser que
você mije na cama...

46. PARTICIPE DE AÇÕES VIRTUAIS. A Internet é uma arma poderosa na conscientização e mobilização das pessoas. Um exemplo é o site ClickÁrvore, que planta árvores com a ajuda dos internautas. Informe-se e aja!

47. INSTALE UMA VÁLVULA NA SUA DESCARGA. Instale uma válvula para regular a quantidade de água liberada no seu vaso sanitário: mais quantidade para o número 2, menos para o número 1!

48. NÃO PEÇA COMIDA PARA VIAGEM. Se você já foi até o restaurante ou à lanchonete, que tal sentar um pouco e curtir sua comida ao invés de pedir para viagem? Assim você economiza as embalagens de plástico e isopor utilizadas.

49. REGUE AS PLANTAS À NOITE Ao regar as plantas à noite ou de manhãzinha, você impede que a água se perca na evaporação, e também evita choques térmicos que podem agredir suas plantas.

50. FREQUENTE RESTAURANTES NATURAIS/ORGÂNICOS, Com o aumento da consciência para a preservação ambiental, uma gama enorme de restaurantes naturais, orgânicos e vegetarianos está se espalhando pelas cidades. Ainda que você não seja vegetariano, experimente os novos sabores que essa onda verde está trazendo e assim estará incentivando o mercado de produtos orgânicos, livres de agrotóxicos e menos agressivos ao meio-ambiente.

51. VÁ DE ESCADA. Para subir até dois andares ou descer três, que tal ir de escada? Além de fazer exercício, você economiza energia elétrica dos elevadores.

O MEIO AMBIENTE AGRADECE !

Fonte: ORGANIZAÇÃO DE RENOVAÇÃO AMBIENTAL

“Arco de Fogo” multa serrarias em R$ 274 mil

Há uma semana em campo, a Operação “Arco de Fogo”, da Polícia Federal em parceria com o Ibama e com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), e com apoio da Força Nacional e da Polícia Militar do Estado, em Tailândia, no nordeste do Pará, já embargou 67 fornos de carvão. Isso resultou em multa de R$ 183 mil para duas serrarias. Os fornos ainda não foram destruídos, pois havia grande quantidade de carvão sendo queimado. Sua a destruição poderia causar problemas ao maquinário. No entanto, no começo da próxima semana, os fornos serão destruídos pelas próprias serrarias, sob a fiscalização do Ibama e da Sema.

Na manhã de hoje, os fiscais concluíram a fiscalização em uma pequena serraria. Ela não possuía nenhum documento do volume de madeira no pátio. Cerca de 370 m³ de madeira foram apreendidos, sendo 290 m³ em tora e 80 m³ serrada. Além das madeiras, os fiscais apreenderam todo o maquinário dessa serraria: uma serra fita, duas serras circulares, três estopadeiras e um trator carregadeira. O total de multas foi de R$ 91 mil, sendo R$ 10 mil referentes à falta de licença para funcionar; R$ 37 mil por possuuir madeira irregular; R$ 21 mil pelo funcionamento de 21 fornos de carvão sem licença; e R$ 33 mil por utilizar carvão de origem ilegal.

Fonte: Ibama PA

Fórum Amazônia Sustentável reúne sociedade civil, órgãos públicos e empresas

Empresários e representantes de instituições públicas, privadas e da sociedade civil aderiram ao Fórum Amazônia Sustentável, criado em novembro do ano passado, em Belém.

O Fórum tem como missão o desenvolvimento da Amazônia. Para atingir o objetivo, irá atuar na mobilização da sociedade, promovendo o diálogo e a cooperação, para construir e articular ações que promovam a inclusão econômica e social da Amazônia.

O grupo vai reforçar ainda a importância de valorizar as potencialidades regionais e o respeito às diversidades culturais.

O fórum, em Manaus, será gerenciado por um grupo composto representantes de empresas, entidas públicas e movimentos sociais. São 13 entidades diferentes, como organizações indígenas, o Conselho Nacional de Seringueiros e o Instituto Ethos, que reúne empresas que trabalham com práticas de sustentabilidade ambiental e responsabilidade social.

O assessor de Políticas Públicas do Instituto Ethos, Caio Magri, destacou a necessidade da participação das empresas nos debates sobre o desenvolvimento da região e considera que o Fórum Amazônia Sustentável está quebrando paradigmas ao promover o diálogo entre distintas instituições, existentes na Amazônia.

"Esse fórum é uma tentativa de criar um novo espaço de diálogo na região amazônia e no Brasil. A diferença dele para outras iniciativas, que não podem ser consideradas de forma nenhuma secundárias, é que conseguimos realizar um diálogo entre empresas, organizações, comunidades e sociedade. As empresas sempre estiveram fora desse diálogo e elas são hoje as maiores responsáveis ou pelas boas práticas, ou pelas más práticas, com relaçào à exploração da Amazônia", declarou.

Na avaliação do coordenador-geral da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Jecinaldo Cabral, a expectativa é que o Fórum possa garantir a existência de um grande programa de proteção, fiscalização e sustentabilidade para os territórios indígenas da Amazônia.

"Sem dúvida, o fórum será importante e estratégico para a Amazônia, mas ele precisará ser construído para desenvolver suas potencialidades. Os territórios indígenas amazônicos possuem atualmente grande vulnerabilidade, em função da grande pressão, por exemplo, que sofrem nas áreas de fronteira", disse.

O fórum foi lançado na capital amazonense nesta semana e já conta com a participação de mais de 85 empresas e organizações da sociedade civil que atuam na Amazônia. Entre eles estão o Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), a Fundação Avina, a Fundação Vale do Rio Doce e o Instituto Sócio-ambiental (ISA).

A solenidade de lançamento do fórum foi realizada na sede da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam).

Fonte: Envolverde / *Agência Brasil.

24.7.08

Você sabe para onde vai o lixo de sua casa?

23.7.08

Aquecimento Global

Minc: Acabou moleza e impunidade em crime ambiental

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou hoje que "acabou a moleza e a impunidade" nos casos de violação da legislação sobre meio ambiente, ao se referir ao decreto em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva define penas mais rígidas para infratores da Lei de Crimes Ambientais. "Quem desafiar as autoridades vai sentir o peso da mão do Estado", disse. Porém, menos enfático do que no período dos primeiros dias de sua gestão à frente do ministério, Minc anunciou que não haverá operações-surpresa contra os que desrespeitam o meio ambiente e que as ações serão previamente discutidas com Estados e municípios.

As declarações de Minc foram feitas durante visita do presidente Lula a um centro de triagem de animais silvestres do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na cidade de Taguatinga, a 25 quilômetros de Brasília.

No local, a procuradora-geral do Ibama e do Instituto Chico Mendes, Andréia Vulcanis, afirmou que o decreto assegura "mais qualidade" ao processo de preservação ambiental, pois coloca de forma mais clara as regras. Ela citou como pontos importantes a aplicação de multas no caso de quem não averbar (registrar) reservas legais nas propriedades, a maior rapidez na venda de madeiras, bois e grãos apreendidos e a redução de quatro para duas as instâncias de recursos contra multas.

Com o novo decreto, um hectare desmatado de forma ilegal pode acarretar uma multa de R$ 5 mil. Mas o decreto permite que o infrator converta a maior parte da multa, 60%, em serviços ambientais, como a recuperação da área degradada. Antes, o desconto poderia chegar a 90%. As multas estabelecidas variam de R$ 50 a R$ 50 milhões.
Fonte: Jornal A Tarde
<BODY><BODY>